ALIANÇAS - sextina
Se perdes, por acaso, verdes anos,
Ao veres, teus cabelos quase prata.
Não deixes que estas falsas esperanças
Dominem os teus dias mais felizes.
Ciúmes, com certeza já me dizes,
Por teres desprezado as alianças
A vida se promete em alianças
Se perdes, por acaso, verdes anos,
Ao veres, teus cabelos quase prata.
Não deixes que estas falsas esperanças
Dominem os teus dias mais felizes.
Ciúmes, com certeza já me dizes,
Por teres desprezado as alianças
A vida se promete em alianças
Diversas em tormentas, longos anos,
E quando a cada passo nada dizes,
A lua se derrama em rara prata
E gera estes momentos mais felizes
E neles revivendo as esperanças,
O tempo traduzisse em esperanças
Ousando ter nos olhos alianças
E nisto outros momentos mais felizes,
Assim passando os dias, meses, anos,
Grisalha fantasia traz em prata
Os sonhos que jamais decerto, dizes,
E sei das emoções que tanto dizes
E delas ressurgissem esperanças
No tanto que se faça em pura prata
Tramando no futuro as alianças
Ao invadir com fúria os tantos anos
Não verão meus olhares mais felizes,
E quando sejam sonhos tão felizes,
Ou mesmo o que em verdade não me dizes,
A sorte se deslinda em rudes anos
E bebo a conta-gotas as esperanças
Vagando sem sentido em alianças
Que trazem o vazio invés da prata,
O tempo noutro tom renega a prata
Na farsa de momentos mais felizes
E neles outros tons, vis alianças,
E sigo a cada instante o que ora dizes
Marcando com temores e esperanças
Os sonhos que perdera em longos anos,
Nos meus diversos anos possa a prata
Da lua em esperanças mais felizes
Tramar o quando dizes: alianças...
RITA DE CÁSSIA TIRADENTES REIS
E quando a cada passo nada dizes,
A lua se derrama em rara prata
E gera estes momentos mais felizes
E neles revivendo as esperanças,
O tempo traduzisse em esperanças
Ousando ter nos olhos alianças
E nisto outros momentos mais felizes,
Assim passando os dias, meses, anos,
Grisalha fantasia traz em prata
Os sonhos que jamais decerto, dizes,
E sei das emoções que tanto dizes
E delas ressurgissem esperanças
No tanto que se faça em pura prata
Tramando no futuro as alianças
Ao invadir com fúria os tantos anos
Não verão meus olhares mais felizes,
E quando sejam sonhos tão felizes,
Ou mesmo o que em verdade não me dizes,
A sorte se deslinda em rudes anos
E bebo a conta-gotas as esperanças
Vagando sem sentido em alianças
Que trazem o vazio invés da prata,
O tempo noutro tom renega a prata
Na farsa de momentos mais felizes
E neles outros tons, vis alianças,
E sigo a cada instante o que ora dizes
Marcando com temores e esperanças
Os sonhos que perdera em longos anos,
Nos meus diversos anos possa a prata
Da lua em esperanças mais felizes
Tramar o quando dizes: alianças...
RITA DE CÁSSIA TIRADENTES REIS
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